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abr
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review: crysis 2

crysis2xbox360cover

O primeiro Crysis foi lançado no final de 2007 e se tornou, de imediato, uma das principais ferramentas de benchmark para PCs. Os gráficos e a física do jogo eram tão elaborados que o jogo se tornou inviável nos consoles. Por isso, quando Crysis 2 foi anunciado para consoles, muita gente ficou com um pé atrás. Mas a Crytek, sabida, disse que agora a batalha era na “selva urbana” de Nova York. Obviamente isso era uma gambiarra para que o jogo pudesse rodar em concoles. Isso porque não teríamos mais os efeitos quando passávamos pelas plantas, derrubávamos coqueiros(uma das coisas que eu mais gostava no primeiro jogo Alegre), etc.

No entanto, mesmo sem a ilha paradisíaca, o jogo gerou grandes espectativas, com promessas de que teríamos os melhores gráficos para consoles.

A versão que joguei, para Xbox 360, realmente impressinou. Ótimas texturas, efeitos de luz de babar, sombras em uma boa resolução e um framerate decente. Mas a resolução me deu um pouco de raiva, deixando, muitas vezes, a impressão daquele “chiado” de TV analógica.

briga de fanboys

Como em todo bom jogo multiplataforma, a briga entre os fanboys de cada plataforma esquenta. Depois que o IGN divulgou que a versão do xbox tinha ficado melhor e ainda deu o título de “melhores graficos em um console”, muitos sonystas se revoltaram. Talvez essa revolta tenha origens no passado, quando a Crytek afirmou que estava tendo dificuldades com a versão para xbox.

Pessoalmente, acho que Uncharted 2 ainda é o jogo mais bonito da geração(estou falando no sentido não técnico). Mas, em se tratando de jogos multiplataforma, terei que concordar com o IGN

campanha single player

Diversos jogos do gênero, como Call of Duty e Battlefield, tem uma campanha single player como um adendo ao principal atrativo do jogo: o modo multi player. Mas, ao contrário de Battle Field Bad Company 2, o single player de Crysis 2 é de babar.

No início parece que estamos jogando um FPS normal, mas com os poderes da nanosuit(bem mais acessíveis que no primeiro jogo). Mas quando os ETs entram na briga, as batalhas nos tiram o fôlego. Embora a quantidade de inimigos não seja grande, as várias opções nas batalhas empolgam bastante.

Com uma duração por volta de 10 horas, Crysis 2 tem facilmente um dos melhores single player em FPSs da atualidade.

notas

Som – 8

Gráficos – 9

Gameplay – 10

Campanha – 9

Avaliação geral – 9

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08
jun
10

Análise: Final Fantasy I (PSP)

Uma das mais conhecidas franquias de rpg, pertencente a Square-Enix, é Final Fantasy.

Sem dúvida todos já ouviram falar desse série de jogos, mesmo que apenas depois dos filmes. A série teve início na década de 80, sendo nomeada dessa forma por ser a última aposta da Squaresoft para se manter na época. O principal concorrente dessa franquia na época era a franquia Dragon Quest.

Depois desse momento de memórias, vamos ao ponto desse post. Ontem acabei o jogo Final Fantasy I, para PSP. Consiste em uma edição comemorativa aos 20 anos de Final Fantasy, lançada a uns 3 anos atrás. O remake do original para NES 8 bits não deixa muito a desejar. Os gráficos do jogo foram todos refeitos em 2D com uma boa qualidade, diferente de alguns remakes para NDS que ganharam versões 3D, e o mesmo ganhou até uma cena CG na abertura. A história é bem fiel ao original ( eu já havia jogado o original, porém não cheguei a acabar o mesmo na época ).
Porém o jogo, apesar der se um prato cheio para os saudosistas, tem pontos fracos. O principal ponto fraco de todos é a frequência insana de batalhas. Chega ao ponto de em alguns momentos você não conseguir dar 2 passos sem pegar batalhas seguidas, tornando quase impraticável explorar as dungeons sem muita paciência. As batalhas são extremamente fáceis, só apresentando alguma dificuldade nos dungeos opcionais e nos 5 chefes do jogo. Todas as demais batalhas basta ficar apertando repetidamente o botão de ataque e pronto. Devido a isto perigo de jogar esse jogo é alto : quase joguei o psp na parede umas 5 vezes.

Como pontos fortes do jogo está a inclusão de opcionais e extras para o jogador: uma galeria de artwork ( com vários desenhos de Yoshitaka Amano, que já desenhou para Sandman ), uma dungeon nova ao fim do jogo, a trilha sonora excepcional de Nobuo Uematsu ( que acompanha a série por muitas edições, sendo que tenho certeza que até o FF 8 as músicas são dele ainda ) e um bestiário que registra os monstros que já enfrentou.

E o ponto mais interessante que achei do jogo foi que a versão japonesa é a versão internacional, ou seja, só há uma versão do jogo que é a japonesa. Esta versão apresenta o idioma japonês e inglês. Achei muito bom isso, de não terem lançado mais de uma versão.

No demais o jogo é fiel ao original, mantendo sua qualidade através dos anos. Realmente não há uma história tão complexa como os Final Fantasy mais recentes, porém é uma boa história, tendo seu desfecho, e praticamente toda a explicação, no último chefe.

Por fim, o fator replay desse jogo é baixo.

Nota: 7,5.

Agora, rumo ao Final Fantasy II ( e ao XIII ).
Até a próxima pessoal.